Foi um feriadinho bom, com visitas interestaduais, namorado, videogame, filminhos e passeios.
Mas o domingo sempre chega pra me deixar melancólica e pensativa. Casa vazia, um silêncio horroroso... e não são nem 21h. 
ADOREI esse lugar.
domingo, 4 de novembro de 2007
Feriado de los muertos
sábado, 13 de outubro de 2007
Daí que tanta coisa aconteceu
Eu voltei de viagem e ganhei um presente de aniversário atrasado. Aí pirei, que pra esse presente funcionar eu precisava de um televisor, então fui nas Casas Bahia comprar o meu. Que eu só compro essas coisas assim, no impulso. Agüentei vendedor mala: não meu filho, não quero plasma nem LCD, quero aquele televisor barato cuja tela tem poucas polegadas, de acordo com meu quarto-que-tem-tamanho-de-armário-de-madame.
Aí que meus pais cismaram que em vez de uma coisa temporária eu devo me amarrar em algo definitivo. E aí que de cara eu achei maluquice mas começo a considerar a idéia. Só que meu pai parece que quer me deprimir! 29 m² na Vila Olímpia não, né? Suicídio certo.
Então que muita coisa mudou no trabalho, ou mudei eu, ou mudamos os dois. Descobri que ainda não fiz um ano de silviço, que é só na terça. Tou meio desorientada mesmo.
Daí que fiquei doente, fazia tempo que isso não acontecia, e pela primeira vez vomitei em jatos, me deu até saudade da Maô, da Tari, da Ju, da Olívia. "Tari, tou vomitando em jatos?" e a Tari toda paciente me explicando que eu tava quase era babando, "vamos pra casa, Ligia". Parece que foi ontem e também há tanto tempo.
Perdi um livro, vi filmes mil, o calor chegou de vez. Tanta coisa acontece em tão pouco tempo que às vezes dá vontade de sentar e só assistir.
Mas nesse feriado eu queria mesmo era estar no Rio.
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segunda-feira, 1 de outubro de 2007
Vida a jato
Quinta - oi Ligia, segunda-feira você vai pra Florianópolis. Ah vou? E fica até quinta. Ah é? Então vou mandar um e-mail pro XuXu! E!
Sexta - a folga vai pro brejo. Vai pro trabalho, pega o laptop, pega os boletos pro táxi e descobre que não tem hospedagem garantida. Beleza. Na pior das hipóteses será uma tarde em uma cidade desconhecida. XuXu não responde o e-mail. Ê, Sérgio vai estar lá, Rogéria mora lá, Bianchini vai estar lá. Bar, arrumação do quarto, corre pra rodoviária buscar o namorado, lar doce.
Sábado - Preguiiiii... nada de e-mail do XuXu. Kingston, filmes fodas, comidinhas fodas, preguiiii...
Domingo - ô meu deus, XuXu me ignora! Almoço em família, prepara a mala, Mau Mau entre amigos, cochiladas ao som de Absolutely Fabulous. Corre pra rodoviária levar o namorado, lar doce, cama.
Segunda - Três horas depois, bom dia Brasil. Nada de email do XuXu. Táxi até o aeroporto, atrasos, cochilo no avião(!!!). Vista pros escombros da TAM, brrrr, meio tétrico. Olhando pra baixo enquanto o avião tá na fila pra decolar dá pra ver o grooving. Todo mundo virou um pouco especialista em pista de decolagem e pouso desde julho. Adoro voar, adoro voar com nuvens, por sobre as nuvens, com o céu azul em cima e os algodõezinhos embaixo. Mar verde lindo lindo lindo. Táxi milionário com taxista pentelho. Rogéria meu anjo da guarda me ajuda a achar uma pousada. Banho rápido e jápara o trabalho. Dor de cabeça lancinante. Fome? Não, né? Sono. Caminhada pelo centro de Floripa, quando de repente: XuXu?!?!?!?! Abraços, muitos abraços (depois dele me reconhecer. Hah). Acasos acontecem quando tem de acontecer. E aí é pousada doce, mais um pouquinho de trabalho... e agora vou dormir.
Boa noite, Brasil
Postado por Ligia Helena às 21:52 0 comentários
Marcadores: amigos, florianópolis, namorado, trabalho, vida
domingo, 19 de agosto de 2007
Auto-conhecimento
Descobri que estou chata demais. Espero que não seja uma coisa irremediável, mas eu ando muito do contra e questionadora. É bom questionar, mas acho que quem questiona demais fica chata e eu tou nesse ponto.
Ademais, meu namorado está doente lá longe e tudo que eu posso fazer é ligar de quando em quando pra perguntar se ele tá melhor. E ele nunca tá melhor. Tsc.
Fim de semana de plantão. Preguiça de ir dormir. Preguiça de fazer coisas. E aí pela manhã, antes de ir trabalhar, eu fico que nem um bicho, esticada no sol até a pele arder, deitada na sombra até sentir frio, e do sol pra sombra até cansar.
E procurando onde morar, né? E com quem morar. E tentando explicar para quem pergunta a situação em que me encontro: sem desespero, mas com uma certa pressa de ter minha casinha. Acho que no máximo até o fim do ano rola. Espero.

